sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Siempre me quedará...

Sempre ficará em mim o gosto doce da presença. Sempre ficará em mim o som da voz, a diferença do idioma dentro de mim. Sempre ficará em mim a esperança que a minha vida dê uma volta de 260 graus e tudo mude novamente. Sempre ficará em mim a paz e calma que sinto. Sempre ficará em mim o vicio de continuar com este "risco", tenho vontade de arriscar tudo novamente só para lhe sentir o gosto no olhar, no corpo, na mente. Sempre ficará no meu pensamento o primeiro dia de tantos messes passados. Sempre me ficará no corpo a sensação de só me sentir eu quando a sua presença existe.Sempre me ficará o desejo de ter para mim esse vicio que se instalou e que teima em não sair. Sempre ficará em mim o sonho de viver longe daqui...de partir para onde esta destinado eu ir, onde me sinto eu, onde me sinto viva, onde me sinto completa. Sempre me ficará o sorriso do mundo nos seus olhos.Sempre me ficara o gosto de não saber como será daqui em diante. Sempre me ficará a recordação da minha consciência me trair quando não queria...Sempre me ficara...

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Past.Love.Death.Present.


"Não perdi nada, apenas ilusões de que tudo podia ser meu para sempre..."

(Miguel Sousa Tavares)

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Horas Tardias...



[Breaking Benjamin - Forget it]

It's a crime you let it happen to me
Nevermind, I'll let it happen to you
Out of mind, forget it there's nothing to lose
But my mind and all the things I wanted

Everytime I get it I throw it away
It's a sign, I get it, I wanna stay
By the time I lose it I'm not afraid
I'm alive but I can Surely fake it

How can I believe when this cloud hangs over me
You're the part of me that I don't wanna see

Forget it

There's a place I see you follow me
Just a taste of all that might come to be
I'm alone but holding breath you can breathe
To question every answer counted

Just fade away
Please let me stay
Caught in your way

Forget it

It's a crime you let it happen to me
Out of mind, I love it, easy to please
Nevermind, forget it, just memories

On a page inside a spiral notebook

Just fade away
Please let me stay
Caught in your way

I can live forever here

Forget it

How can I believe when this cloud hangs over me
You're a part of me that I don't wanna see

I can live forever here



[Esquecer-te seria esquecer uma parte de mim que já não me pertence...]

sábado, 10 de janeiro de 2009

...


Quando menos esperas, acontece, sem entenderes o porque, o quando ou o onde, simplesmente surge. Não tens que tentar evitar, porque vai acontecer na mesma. Não tens que dizer que não, porque tu própria te vais trair. Não tens que te afastar pois vai procurar-te. Não tens de te esconder, pois vai encontrar-te, onde quer que te estejas. Não tens que sorrir, mostrar-te simpática, estender os braços, chegar mais perto, encontrar-te com. Não. Apenas tens de estar, sozinha, como sempre te encontraste, rodeada de pessoas, como sempre desejaste, e surge. Apenas tens de estar tu própria, a fazer a tua própria vida, com a tua própria personalidade, os teus próprios gestos, a tua própria essência. Não tens que pensar qual será o dia porque nunca o vais adivinhar. Não tens que sonhar com o momento porque nunca será como imaginaste. Não tens que pensar o que vais dizer pois as palavras vão ficar entaladas na tua garganta, sem conseguirem sair. Não tens que pensar o que levarás vestido, pois nunca saberás qual o momento. Não tens que associar o momento a uma música porque não existe música capaz de traduzir aquilo que vais sentir. Não tens que imaginar uma pintura que não sabes fazer ou mesmo um instrumento que não sabes tocar. Não tens que te deitar e pensares no assunto, porque a imagem não vai surgir na tua mente. Não tens que pensar que vais sonhar com, pois quando menos esperas, os teus sonhos são invadidos…

Morderam-te o coração ao mais alto nível.
Parabéns.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Mistura de Chamas.



“Não tivemos tempo para nada, o tempo é um ladrão, mas tu és um ladrão ainda mais esperto, porque roubas tempo ao tempo e foi assim que entraste a saíste da minha vida como um furacão, chamei-te El Niño e tu riste-te com a tristeza das crianças quando estão cansadas, e eu agora vou assistindo a cada dia que passa ao crescimento de um fosso imenso entre nós, apesar de todo o amor que sentimos um pelo outro. Aprendi a deixar partir as pessoas porque sei que nascemos e morremos sozinhos, que tudo o que é realmente importante na vida descobre-se e aprende-se na solidão.

Só há uma maneira de uma pessoa ser mesmo feliz, sabes qual é?
Aprende-se com o tempo e descobre-se com a vida. É o truque mais difícil do mundo para quem nunca o recebeu e mais fácil para quem já o teve. Quando quiseres descansar e olhar para dentro, verás que não é assim tão difícil. Como tudo o resto, é só querer.


É muito difícil voltar a amar. Amar sem tempo, sem exigências, sem medo. Amar por amar, querer sem pensar, sonhar sem recear, deixar o barco partir outra vez. O barco balança mas a âncora não sobe, as velas enrolam-se de recato e cansaço, o vento não sopra e muito pouco muda. Mas porque é impossível sobreviver no deserto ou navegar para sempre, há instantes de amor, momentos perfeitos em que sentimos outra vez o sangue a ferver, os olhos mudam de cor e as mãos voltam, por breves segundos, a entrelaçar-se, quando alguém nos diz ao ouvido:
- Estás enganada, pode ser isto o amor.
E pode, e deve e nós até queremos que seja, mas o coração não obedece a nada senão à sua própria vontade e o amor continua a ser um mistério que não sabemos como começa nem quando acaba."


[Margarida Rebelo Pinto]

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Nao sei pintar...



Pego no pincel e nas tintas. Não sei desenhar, não sei pintar mas vou arriscar. A tela está vazia. Gostava de me sentir assim, nova, branca, vazia…pronta a pintar! Mas não. As tintas da minha tela interior estão gastas de tanto serem repintadas, redesenhadas, riscadas, apagadas. Tem um aspecto velho (Dizem que são mais valiosas!). Algumas partes já estão tão surradas que fazem buraquinhos pequeninos, parecidos com os picotados que fazíamos na primária, com um pedaço de esponja por baixo. Acho é por ai que entra e sai a dor. A dor tem cor?. A minha dor tem várias cores. Uns dias é amarela e quente como o sol, outros dias pintada com leves tons de azul, tem segundos que é vermelha como a paixão, outros que tem rabiscos de roxo, de preto e branco. As dores têm várias formas, várias cores, vários cheios e sabores, são personalizadas e sentidas de forma individual, havendo excepções, raras, em que são dores colectivas (uma intoxicação sentimental, por exemplo).

Pego no pincel e nas tintas. Não sei desenhar, não sei pintar, mas vou arriscar. Pego no lápis, e ainda a tremer, faço um risco. Não me faz sentido, não me diz nada, mas volto a tentar. Faço outro risco, acompanhado de sombras e contínuo. Parece-me menos mal, desta vez… O resultado: duas caras cheias, dois olhos abertos mas que não se vêem, dois braços que não se abraçam, duas pernas que não andam, dois corações que não querem sentir…

Pego no pincel e nas tintas. Não sei desenhar, não sei pintar, mas vou arriscar…

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Cruzamentos.

Noites sem fim. Escrevo no ar, aquilo que quero que entendas, sem palavras. Escrevo com o corpo, aquilo que estou a sentir. Escondo as feridas e tapo as cicatrizes para que não tenhas pena nem compaixão de mim, para que não fujas, como os outros, dos meus fantasmas. Não gostava que fugisses, quem sabe desta vez é diferente. Quem sabe desta vez o sorriso não se desvanece. Quem sabe desta vez o abraço se prolongue. Recuso a paixão. Recuso nomear sequer aquilo que me preenche de forma tão intensa e mágica. Recuso-me a querer-te mais do que já te quero. Se há alturas em que acredito no poder da razão, esta é uma delas. A doçura que nos envolve tem o teu nome. A suavidade de um beijo que preenche inteiramente um segundo. O toque mais leve e ao mesmo tempo mais seguro que senti. A essência. Os sentimentos não têm nome nem prazo de validade. Noites sem fim… ocorridas num minuto, sentidas ao segundo, intensas nas horas…

["Marco o teu número 1000x só quero apanhar-te"]

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Morder-te o coração...




A eterna criança apaixonada. a mulher de 20 anos que abriga dentro dela uma criança de 5...um misto de magia, mistério e surpresa...aquela que gosta de morder o coração das outras pessoas...com as palavras...aquela que gosta de ser mordida por dentro...da forma mais intensa possível...

Morder-te o coração.
Uma nova paixão.
Um novo visual.
Merecemos.



["Sozinha pode ser sempre a dois! afinal não somos completos sozinhos!"]

sábado, 3 de janeiro de 2009

O imprevisível torna-se (sempre) mais um vicio!



VOCES.o video."eu nunca". sessão de fotos. pessoas novas. sentimento de união. FAMILIA. carinho. celeiros. concertos brutais. melhor pda. melhor fim de noite. melhor que isto? IMPOSSIVEL =)



[O que foi que aconteceu - Ana Moura]

Aconteceu
Eu não estava à tua espera
E tu não me procuravas
Nem sabias quem eu era
Eu estava ali só porque tinha que estar
E tu chegaste porque tinhas que chegar

Olhei para ti
O mundo inteiro parou
Nesse instante a minha vida
A minha vida mudou
Tudo era para ser eterno
E tu para sempre meu
Onde foi que nos perdemos?
O que foi que aconteceu?
Tudo era para ser eterno
E tu para sempre meu
Onde foi que nos perdemos, meu amor?
O que foi que aconteceu?

Aconteceu
Chama-lhe sorte ou azar
Eu não estava à tua espera
E tu voltaste a passar
Nunca senti bater o meu coração
Como senti ao sentir a tua mão
Na tua boca o tempo voltou atrás
E se fui louca
Essa loucura
Essa loucura foi paz
Tudo era para ser eterno
E tu para sempre meu
Onde foi que nos perdemos?
O que foi que aconteceu?
Tudo era para ser eterno
E tu para sempre meu
Onde foi que nos perdemos, meu amor?
O que foi que aconteceu?