domingo, 28 de setembro de 2008

Redefine me...

First sight
Turns me around again
Brings me face to face with my sin
I've got it, always had it
A reason to look within now
Take flight
To your sun again
Burns the sin straight from my hands
I've got it, always had it
A reason to live within now

Every time i fall
You catch me
And every time i lose control
You help me, you save me
And every time i lose myself
You find me, redefine me

My god
How stained my hands have been
Makes me sick from inside out again
I've got it, always had it
A reason to look within now
Stand close
To my side again
Never stuck a knife in my back, friend
I've got it, always had it
A reason to live within now

Every time i fall
You catch me
And every time i lose control
You help me, you save me
And every time i lose myself
You find me, redefine me



Somebody to make me feel whole again
(my life gets better)
Somebody to make me want to love again
(my life gets better)
Somebody to make me see the sun again
(my life gets better)
Somebody to hold me, hold me
Until this life feels better
Every time i fall

And every time i lose control
You help me, you save me
And every time i lose myself
You find me, redefine me
And every time i hate myself
You love me, forgive me
And every time i lose myself
You find me, redefine me



[ o anjo abriu as suas longas asas, cheia de cicatrizes e ela, sentindo-se pequenina e ao mesmo tempo protegida, avançou na sua direcção, e ele fechou as suas asas, envolvendo-a nos seus braços, com o tempo como cenário principal...@ <3 ]

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Circles.

Escuridão. Ela olha a sua volta e a única coisa que consegue ver são caminhos, muitos caminhos por onde escolher, mas não tem saída, não tem uma luz que indique qual é o mais seguro a escolher. Começa a andar em círculos, primeiro num que lhe tira todo o fôlego possível, que a faz tremer sem pensar em mais nada, que a faz desejar tudo e mais alguma coisa mas que parece ser o mais destrutivo possivel, depois passa para o circulo a seguir mais simples que o primeiro mas completamente descontinuo, sem se entender rigorosamente nada do que ali esta e, por fim, sobram dois círculos: um mais perfeito que todos os outros e outro completamente desconhecido, mas com uma continuidade quase mágica. E ela, continua, a fazer malabarismos com aquela coisa pequena que se encontra alojada de um lado de o corpo, que ela própria já não se sabe se realmente bate ou não, se realmente esta vivo ou não. Andando em círculos, ela fica cada vez mais cansada de tudo isso, cada vez mais cansada da confusão instalada na sua cabeça, e sem aguentar mais a pressão sedutora na sua vida, PARA.
É necessário parar, de uma vez por todas, assentar as ideias, e sentir-se livre de fazer o seu próprio caminho, sem andar aos círculos, sem se sentir cansada, confusa, magoada e pouco receptiva. O medo invade-lhe as entranhas e quase que consegue, por segundos, retirar-lhe tudo aquilo que pode existir de bom, porque ela própria já não sabe o que é bom ou mau, é tudo tão relativo, tão vago, tão vazio…
O cansaço consome tudo aquilo que ela construiu para si e a frieza começa, lentamente, a instalar-se em si, fechando numa concha que ela sempre procurou abrir nos outros mas que hoje começa a ver a sua verdadeira essência, apenas hoje. Ela já vê essa concha como limitadora mas sim como a maior protecção que ela podia encontrar neste momento de tanta instabilidade. É altura de reflectir sobre tudo, sozinha, dentro da concha que se começa a elevar…é altura de parar de girar em círculos que não levam a lado nenhum. E lentamente essa concha começa a fechar-se e ela fica lá, enrolada sobre si própria, á espera do momento certo para voltar a (re) nascer…

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Esgoto do Amor...




"Vamos beijar o amor, numa rua mais lenta"...

sábado, 13 de setembro de 2008

Stop and Think...




"Insana a jangada que me sustem, ainda assim...livre"