"Mas há paixões maduras que não tendo o fulgor das primeiras, são transformações tranquilas, um «não sei se gosto mais de ti ou de mim». Trazem de volta o encantamento que imaginávamos que fosse um privilégio das crianças, uma «revolução» mais ou menos permanente que faz de nós pessoas melhores, mais bondosas e bonitas!
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"Quando se ama não é para sempre...mas para além de sempre. Para além de sempre talvez fique a eternidade, que será uma espécie de lugar que nos transforma nos protagonistas do presente de quem amamos, e nos leva a que ansiemos ser o quanto basta para que o seu passado se ofusque, para o nosso bem"
... Eduardo Sá
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