
Num banquinho de jardim…
Voltei a ser criança, com o mesmo brilho nos olhos, perdida entre o passado e o presente, acompanhada pelo tic tac do relógio que teimava em correr fora do seu ritmo normal...
Num banquinho de jardim…
Compreendi finalmente que a felicidade reside em momentos efémeros que não devem ser registados, pois a sua beleza reside precisamente do gosto que nos deixam na alma... do teu abraço enquanto juntos escrevemos o destino nas nuvens, deitados naquele mar de sonhos verdes e naturais...
Num banquinho de jardim…
Senti que, de facto, um “para sempre” pode existir...

Um comentário:
SsSsSssSsSsSsSsSS
Este texto esta assim uma coisa...
=DDD
Escreves bem* Gosto de Ti.
Beijos
Postar um comentário