Quero dançar contigo e com as palavras perdidas numa noite fria e escura em que dormimos agarrados aos momentos fugazes que aconteceram...
As Duas camas.
As Mãos dadas.
As Horas.
O Anjo que dormia.
O Beijo de Bom dia.
Saudade que aperta...
domingo, 30 de novembro de 2008
sábado, 29 de novembro de 2008
Floresta de Emoções
"Dávamo-nos as mãos e os nossos olhares perguntavam-se o que seria o ser sensual e o querer realizar em carne a ilusão do amor...
Desconhecíamo-nos, como se houvéssemos aparecido às nossas almas depois de uma viagem através de sonhos..."
Fernando Pessoa in "Floresta do Alheamento".
Faz mais sentido ser assim...
Desconhecíamo-nos, como se houvéssemos aparecido às nossas almas depois de uma viagem através de sonhos..."
Fernando Pessoa in "Floresta do Alheamento".
Faz mais sentido ser assim...
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Da próxima vez..

Porque há letras, palavras, que fazem todo em sentido em determinados momentos da nossa vida...
" Da próxima vez, vou estar atento à tua fisgada
Encruzilhar-me na tua bancada
Ficar num canto e não me mexer
Da próxima vez vou querer toda a tua atenção
Vou esperar que me estendas a mão
E que me deixes cair a seguir
Mais que uma vez puseste à prova o teu sexto sentido
Depois dás o dito por não dito
Como eu gostava de te compreender...
Queria ter, só um pouco desse teu talento
Tiro as vogais e ponho os acentos
Estou preparado pro que der e vier"
Uma coisa é aprender a esperar. Outra é ignorar.
Uma coisa é ir com calma. Outra é não ir, de forma alguma.
Uma coisa é tentar conhecer. Outra é esperar que já conheçamos.
Uma coisa é respeitar. Outra coisa é brincar com o respeito.
Uma coisa é mentir com as palavras. Outra coisa é brincar com as atitudes.
Uma coisa é dizer o que se pensa. Outra é esconder-se o que (não se) sente.
Uma coisa é ser sincero. Outra coisa é inventar desculpas.
Uma coisa é falar no futuro. Outra coisa é pensar nele.
Uma coisa é dar um beijo. Outra é dar mais que isso.
Uma coisa é sentir algo por alguém.
Quando o palhaço acorda do mundo de fantasia, o circo acaba!
The End.
"Deito fora todas as pautas que escrevi para ti um dia"...
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
20 de Novembro de 2006

2 anos.
Ela entrou dentro daquele autocarros, pelas 7horas da manha, despediu-se da família, que tinha o maior sorriso de orgulho do mundo e levou com elas todos os sonhos, medos, dúvidas e incertezas que sentia. Os 18 anos de vida revelavam a cada segundo a sua inexperiência, a sua insegurança, o medo de não conseguir, de falhar, de desiludir todos aqueles que amava e que acreditavam nela. Era tudo tão novo, tão diferente, tão adulto. Sentia-se pequenina no meio daqueles homens todos, vestidos da mesma maneira e que se comportavam todos da mesma forma. Mas, á medida que o tempo foi passando deixou de se sentir pequena sentiu-se progressivamente, do mesmo tamanho que todos os outros. Aprendeu que as pessoas não se medem pela sua patente, embora ela conte, mas sim pelas suas atitudes. Aprendeu também a valorizar a amizade, o amor, a camaradagem, a saudade e a independência. Cresceu. Durante três messes não aprendeu apenas a disparar uma arma, a formar-se em grupo, a comportar-se de forma adequada, a ajudar quem precisava, a liderar alguém, não! As lições que retirou desses messes não se escrevem em meras palavras, tem de ser vividas, na pele, com o suor que derramamos, com o nosso corpo que range, com tudo aquilo que somos, em pleno. E sem saber, tudo aquilo que se aprende lá dentro acabamos por aplicar no nosso quotidiano, com as pessoas que conhecemos, sem nos lembrarmos do local onde aprendemos.
Resta a saudade daqueles tempos ingénuos…
Dos domingos…em que ficamos todos na conversa até as tantas!
Das sextas feiras…em que vínhamos para casa
Do juramento de bandeira…em que me senti tão orgulhosa de tudo…
Da semana de campo…
Da marcha de 12 quilómetros…que fiz depois de 4 dias sem dormir, comer…
…
Do dia 27 de Fevereiro: o dia em que sai daquele mundo que tanto me ensinou…
“Onde há glória todo o perigo é doce”
“Vontade e Valor”
CFGCPE0607
Carregueira.
RI1.
domingo, 16 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Seguindo o silêncio...
Poderia dizer-te que te adoro. Poderia dizer-te que adoro a textura do teu cabelo. Poderia dizer-te que os teus olhos são os mais misteriosos que já conheci. Poderia dizer-te que a tua voz tem um poder embriagante em mim. Poderia dizer-te que quando me agarras o mundo pára. Poderia dizer-te que o teu beijo me faz estremecer. Poderia dizer-te que me perco no tempo quando olho para ti. Poderia dizer-te que me fascinas e que fico sem saber o que fazer, sinto-me tola perto de ti. Poderia dizer-te que há muitas alturas em que fico roída de ciúmes. Poderia dizer-te que sinto muito mais do que aquilo que te digo geralmente. Poderia dizer-te que apesar de sermos dois, há alturas que nos sinto como um. Poderia dizer-te que sinto a ausência das palavras embora tenha sempre presente as atitudes. Poderia dizer-te que me conheces demasiadamente bem e isso assusta-me. Poderia dizer-te tanta coisa, mas prefiro o silêncio. Prefiro que não me descubras mais do que já conheces. Prefiro andar cada dia com um movimento próprio e esperar…
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Sem amarras.
“ Deixa-se o tempo aprender, em algo no interior arder, absorvem-se pensamentos rígidos e duros, para voar bem longe destes fortes e longos muros”
Suaves e doces passagens na memória.
Descoordenamentos.
Recordações.
Hoje sinto-me livre…
Hoje sinto-me pronta para, quem sabe, amar novamente…
Hoje não quero pensar no amanha nem no ontem…
Hoje quero viver este exacto minuto…sozinha…
[ 13.11.2008 ]
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Surda.
Quero ser surda. Não quero ouvir-vos, não quero ouvir quando me dizem mesmo sem falar que é isto ou aquilo, quero descobrir por mim. Quero conhecer, quero ver com o meu coração, com o meu corpo, quero saber a que sabe este ser que inunda a minha vida de emoções que não se gastam com o tempo. Estou farta de ouvir falar de ti, que és isto ou aquilo, que fizeste, no passado, que andas a fazer no presente. Deixem-me conhecer por mim, por favor. Deixei-me desenhar o seu perfil nas minhas memórias, deixei-me saber de cor os seus passos, deixem-me observar a sua sombra, os seus dois lados, três lados, quatro lados, seja. Quero ser eu a ver com os meus olhos, quero ser eu a descobrir que não valemos a pena. Quero ser eu a descobrir que estou totalmente enganada. Quero ser eu a descobrir as tuas cores e o teu perfume. Só eu. Sozinha, com os meus sentidos e a minha pouca experiência, não interessa. Deixem-me ser eu a tomar as rédeas da minha vida, sem a bengalinha por detrás…
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
domingo, 26 de outubro de 2008
Saber esperar...
Emoções, é aquilo que rodopia na minha mente neste momento. A minha mente é um mar de recordações, de uma imensidão de recortes da minha vida que não estão ainda catalogados e arrumados nas gavetas. A minha memória parece pregar-me partidas quando menos espero e trazer a minha mente pedaços de um passado já esquecido, abandonado, ou pelo menos seria esse o meu desejo, esquecê-lo. Queria esquecer que um dia sofri por alguém, que um dia chorei por quem nunca mereceu, que um dia lutei em vão quando a saída era só uma e só eu não conseguia ver. Queria guardar essas memórias tão longe quanto o necessário para poder ocupar esse espaço com uma cor nova, uma cor diferente, que a vida me esta a dar a oportunidade de descobrir. Esta cor tem um nome, tem um cheiro, tem os traços definidos e eu quero saber qual é o seu sabor. Quero provar dessa cor e beber aquilo que ela me quiser transmitir. Calma. É aquela palavra que agora esta mais presente, serenidade e calma. Saber esperar, é uma virtude. Saber ouvir, saber observar, saber olhar, saber aprender. E esperar. O tempo que for necessário, o tempo que o tempo precisar para se entender nele mesmo. Saber esperar, quem sabe... por ti. Deixo as ondas irem e virem, sem tentar apanhar nada pelo meio, deixo as pegadas na areia se apagarem sozinhas e espero para ver se alguém volta a passar lá, deixo as cor mudarem a tonalidade e espero para ver se continuam a ser deslumbrantes.
É uma lição a aprender...contigo!.
Queres ensinar-me?
É uma lição a aprender...contigo!.
Queres ensinar-me?
terça-feira, 21 de outubro de 2008
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
I'm a Bitch.
"I hate the world today
You're so good to me
I know but I can't change
tried to tell you but you look at me like maybe I'm an angel underneath
innocent and sweet
Yesterday I cried
You must have been relieved to see the softer side
I can understand how you'd be so confused
I don't envy you
I'm a little bit of everything
all rolled into one
I'm a bitch, I'm a lover
I'm a child, I'm a mother
I'm a sinner, I'm a saint
I do not feel ashamed
I'm your hell, I'm your dream
I'm nothing in between
You know you wouldn't want it any other way
So take me as I am
This may mean you'll have to be a stronger man
Rest assured that when I start to make you nervous
and I'm going to extremes
tomorrow I will change
and today won't mean a thing
Just when you think you've got me figured out
the season's already changing
I think it's cool you do what you do
and don't try to save me
I'm a bitch, I'm a tease
I'm a goddess on my knees
when you hurt, when you suffer
I'm your angel undercover
I've been numbed, I'm revived
can't say I'm not alive
You know I wouldn't want it any other way"
Alanis Morissette.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Sentimentos
"Senti-me saltar para fora da pele marcada pelo sol e assistir a tudo, como a espectadora de uma peça que não compreende o que se passa em palco. Os olhos rasos de água foram mais persistentes que a vontade de esconder sentimentos. E percebi. Percebi que evitavas tocar-me com medo de te perderes em mim. Percebi a tua falta de expressão como quem grita por um abraço. E o abraço encontrou-se em ti, como quem não precisa de nada mais. Respiraste no meu peito, aconchegaste-me no teu colo e juntos percebemos que o nosso mundo estava ali."
[ Compreendes tão bem o que sinto, obrigada por este miminho...a realidade! @]
[ Compreendes tão bem o que sinto, obrigada por este miminho...a realidade! @]
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
The Choice
Naquela sala não haviam cores, não haviam janelas, não haviam direcções. Existiam apenas portas e uma menina, que olhava para todas elas, exactamente iguais, espalhadas ao longo dos vastos corredores daquela sala gigante. Naquela sala não havia tempo, não haviam pessoas, não haviam sentimentos, havia apenas uma escolha por fazer. Ela ficou parada, com os seus olhos grandes e expressivos, a olhar individualmente para cada uma daquelas portas, tentando encontrar algo que se destacasse em alguma que pudesse de alguma maneira, facilitar a sua escolha. Todas as portas eram geometricamente iguais, com a mesma cor, textura, desenho, e até a mesma maçaneta mas aquilo que estava por detrás de cada uma era completamente diferente. A menina sabia que a escolha de uma porta evitaria descobrir aquilo que as outras escondiam, os mundos por explorar que poderiam ser melhores que tudo aquilo que ela ia conhecer com a sua escolha mas ela sabia que quando se fazem escolhas nunca se sabe o que se perde e o que fica por descobrir, apenas se sabe aquilo que se escolheu. Pode um dia nascer um grande arrependimento e ser tarde de mais para voltar atrás mas aquela escolha tinha que ser feita e aquela confusão e desorientação tinha que acabar. Dependeria única e exclusivamente da menina. E ela, levantou-se do banco de pedra vermelho, cor de azul camuflado e escolheu…
"E quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não te metas por uma ao acaso, senta-te e espera. Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo, e sem deixares que nada te distraia, espera e volta a esperar. Fica quieta, em silêncio e ouve o teu coração."
Better in Time...
"E quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não te metas por uma ao acaso, senta-te e espera. Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo, e sem deixares que nada te distraia, espera e volta a esperar. Fica quieta, em silêncio e ouve o teu coração."
Better in Time...
domingo, 28 de setembro de 2008
Redefine me...
First sight
Turns me around again
Brings me face to face with my sin
I've got it, always had it
A reason to look within now
Take flight
To your sun again
Burns the sin straight from my hands
I've got it, always had it
A reason to live within now
Every time i fall
You catch me
And every time i lose control
You help me, you save me
And every time i lose myself
You find me, redefine me
My god
How stained my hands have been
Makes me sick from inside out again
I've got it, always had it
A reason to look within now
Stand close
To my side again
Never stuck a knife in my back, friend
I've got it, always had it
A reason to live within now
Every time i fall
You catch me
And every time i lose control
You help me, you save me
And every time i lose myself
You find me, redefine me
Somebody to make me feel whole again
(my life gets better)
Somebody to make me want to love again
(my life gets better)
Somebody to make me see the sun again
(my life gets better)
Somebody to hold me, hold me
Until this life feels better
Every time i fall
And every time i lose control
You help me, you save me
And every time i lose myself
You find me, redefine me
And every time i hate myself
You love me, forgive me
And every time i lose myself
You find me, redefine me
[ o anjo abriu as suas longas asas, cheia de cicatrizes e ela, sentindo-se pequenina e ao mesmo tempo protegida, avançou na sua direcção, e ele fechou as suas asas, envolvendo-a nos seus braços, com o tempo como cenário principal...@ <3 ]
Turns me around again
Brings me face to face with my sin
I've got it, always had it
A reason to look within now
Take flight
To your sun again
Burns the sin straight from my hands
I've got it, always had it
A reason to live within now
Every time i fall
You catch me
And every time i lose control
You help me, you save me
And every time i lose myself
You find me, redefine me
My god
How stained my hands have been
Makes me sick from inside out again
I've got it, always had it
A reason to look within now
Stand close
To my side again
Never stuck a knife in my back, friend
I've got it, always had it
A reason to live within now
Every time i fall
You catch me
And every time i lose control
You help me, you save me
And every time i lose myself
You find me, redefine me
Somebody to make me feel whole again
(my life gets better)
Somebody to make me want to love again
(my life gets better)
Somebody to make me see the sun again
(my life gets better)
Somebody to hold me, hold me
Until this life feels better
Every time i fall
And every time i lose control
You help me, you save me
And every time i lose myself
You find me, redefine me
And every time i hate myself
You love me, forgive me
And every time i lose myself
You find me, redefine me
[ o anjo abriu as suas longas asas, cheia de cicatrizes e ela, sentindo-se pequenina e ao mesmo tempo protegida, avançou na sua direcção, e ele fechou as suas asas, envolvendo-a nos seus braços, com o tempo como cenário principal...@ <3 ]
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Circles.
Escuridão. Ela olha a sua volta e a única coisa que consegue ver são caminhos, muitos caminhos por onde escolher, mas não tem saída, não tem uma luz que indique qual é o mais seguro a escolher. Começa a andar em círculos, primeiro num que lhe tira todo o fôlego possível, que a faz tremer sem pensar em mais nada, que a faz desejar tudo e mais alguma coisa mas que parece ser o mais destrutivo possivel, depois passa para o circulo a seguir mais simples que o primeiro mas completamente descontinuo, sem se entender rigorosamente nada do que ali esta e, por fim, sobram dois círculos: um mais perfeito que todos os outros e outro completamente desconhecido, mas com uma continuidade quase mágica. E ela, continua, a fazer malabarismos com aquela coisa pequena que se encontra alojada de um lado de o corpo, que ela própria já não se sabe se realmente bate ou não, se realmente esta vivo ou não. Andando em círculos, ela fica cada vez mais cansada de tudo isso, cada vez mais cansada da confusão instalada na sua cabeça, e sem aguentar mais a pressão sedutora na sua vida, PARA.
É necessário parar, de uma vez por todas, assentar as ideias, e sentir-se livre de fazer o seu próprio caminho, sem andar aos círculos, sem se sentir cansada, confusa, magoada e pouco receptiva. O medo invade-lhe as entranhas e quase que consegue, por segundos, retirar-lhe tudo aquilo que pode existir de bom, porque ela própria já não sabe o que é bom ou mau, é tudo tão relativo, tão vago, tão vazio…
O cansaço consome tudo aquilo que ela construiu para si e a frieza começa, lentamente, a instalar-se em si, fechando numa concha que ela sempre procurou abrir nos outros mas que hoje começa a ver a sua verdadeira essência, apenas hoje. Ela já vê essa concha como limitadora mas sim como a maior protecção que ela podia encontrar neste momento de tanta instabilidade. É altura de reflectir sobre tudo, sozinha, dentro da concha que se começa a elevar…é altura de parar de girar em círculos que não levam a lado nenhum. E lentamente essa concha começa a fechar-se e ela fica lá, enrolada sobre si própria, á espera do momento certo para voltar a (re) nascer…
É necessário parar, de uma vez por todas, assentar as ideias, e sentir-se livre de fazer o seu próprio caminho, sem andar aos círculos, sem se sentir cansada, confusa, magoada e pouco receptiva. O medo invade-lhe as entranhas e quase que consegue, por segundos, retirar-lhe tudo aquilo que pode existir de bom, porque ela própria já não sabe o que é bom ou mau, é tudo tão relativo, tão vago, tão vazio…
O cansaço consome tudo aquilo que ela construiu para si e a frieza começa, lentamente, a instalar-se em si, fechando numa concha que ela sempre procurou abrir nos outros mas que hoje começa a ver a sua verdadeira essência, apenas hoje. Ela já vê essa concha como limitadora mas sim como a maior protecção que ela podia encontrar neste momento de tanta instabilidade. É altura de reflectir sobre tudo, sozinha, dentro da concha que se começa a elevar…é altura de parar de girar em círculos que não levam a lado nenhum. E lentamente essa concha começa a fechar-se e ela fica lá, enrolada sobre si própria, á espera do momento certo para voltar a (re) nascer…
terça-feira, 16 de setembro de 2008
sábado, 13 de setembro de 2008
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Alerta Mental
"Ao virar a esquina, nunca sabemos se vamos voltar a virar aquela esquina. Quando viramos costas a alguém, não sabemos se vamos voltar a ver essa pessoa. A vida é tão incerta, e vivemos sempre como se houvesse um amanhã. Mas um dia deixa de haver o amanhã, e hoje pode ser hoje, um hoje sem amanhã. Não existe o passado nem o futuro, existe apenas o hoje, o agora. Então porque deixamos tantas reticências?
Então porque deixamos tanto por dizer?
Simples, porque vivemos com a ideia pré-concebida que vai haver um futuro, um amanhã. Na realidade ele não existe, e na realidade não sabemos e não podemos afirmar que vai haver. E deixamos tanta coisa passar por nós, e perdemos tantas oportunidades pensando que um dia podemos voltar atrás.
Se não houvesse um amanhã, e houve apenas o hoje, o agora. O que faria?
Então faça, porque pode não haver um amanhã, nem um depois."
Daniela Parra.
[Porque as tuas palavras chegam sempre no momento certo - Obrigada por tudo linda @]
Então porque deixamos tanto por dizer?
Simples, porque vivemos com a ideia pré-concebida que vai haver um futuro, um amanhã. Na realidade ele não existe, e na realidade não sabemos e não podemos afirmar que vai haver. E deixamos tanta coisa passar por nós, e perdemos tantas oportunidades pensando que um dia podemos voltar atrás.
Se não houvesse um amanhã, e houve apenas o hoje, o agora. O que faria?
Então faça, porque pode não haver um amanhã, nem um depois."
Daniela Parra.
[Porque as tuas palavras chegam sempre no momento certo - Obrigada por tudo linda @]
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